| Reino: | Animalia |
| Filo: | Chordata |
| Classe: | Aves |
| Ordem: | Psittaciformes |
| Família: | Psittacidae |
| Rafinesque, 1815 | |
| Subfamília: | Arinae |
| Gray, 1840 | |
| Espécie: | P. maximiliani |
A maitaca-verde (Pionus maximiliani) é uma ave psittaciforme da família dos Psittacidae. É chamada também por baitaca, maitaca, maitaca-bronzeada, maitaca-de-maximiliano, maitaca-suia, suia, umaitá, curica-maracanã (Piauí) e papagaio-urubu em algumas regiões de Minas Gerais.
Não está classificada em nenhuma categoria de ameaça, embora o desmatamento e o comércio ilegal afetem suas populações.
Seu nome científico significa: do (grego) piön, pionos = gordo; e de maximiliani homenagem ao Príncipe General Maximilian Alexander Philipp Graf zu Wied-Neuwied (1782–1867) explorador no Brasil no período de (1815–1817). ⇒ (Ave) gorda de Maximilian.
Pesa entre 233 e 293 gramas e mede entre 25 e 29 centímetros de comprimento.
A coloração geral da ave é verde, sendo a porção dorsal verde escuro e a porção ventral verde amarelado. Apresenta a cabeça cinza-azulada, abaixo do pescoço tem uma faixa roxa, bico amarelado, asas verdes, crisso e infracaudais vermelhos.
Possui quatro subespécies reconhecidas, sendo três delas com ocorrência no Brasil:
(Clements checklist, 2014; ITIS - Integrated Taxonomic Information System, 2015).
Alimenta-se de frutos e sementes da região, muitas vezes sendo verdadeiros predadores de arrozais.
Costumam aninhar em buracos em troncos, rochas e barrancos. Afofam seus ninhos com penas da fêmea e madeira raspada para umedecer fezes dos filhotes. O seu período de reprodução é de setembro a fevereiro. Botam de 3 a 5 ovos brancos.
Vive em uma variedade de habitats que incluem florestas úmidas, de galeria, savanas e áreas cultivadas, até os 2.000 metros. Geralmente gregário, voam em bando de 6 a 8 indivíduos, por vezes até de 50 aves quando a comida é abundante. Costumam banhar-se em lagos para se refrescar. É um dos mais abundantes psitacídeos em sua área de ocorrência.
Desde o Nordeste, Centro-Oeste e Sudeste do Brasil, Paraguai, Bolívia até o norte de Argentina.
Consulta bibliográfica sobre as subespécies: